Governo do Estado de São Paulo
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Governança nos trilhos

GRI Perfil

1.2 / 4.4 / 4.8 / 4.9 / 4.11 / 4.13

Governança para a Sustentabilidade

A estrutura da empresa está alinhada à missão e ao modelo de gestão. A diretoria da empresa estabelece diretrizes a serem consideradas desde a fase de concepção e projeto até à operação do metrô, permitindo a adequação e eficácia em prover a mobilidade sustentável. As externalidades geradas pelas atividades da empresa são estudadas e internalizadas nas estratégias de atuação, buscando a redução de riscos potenciais ou reais.

A inclusão da sustentabilidade nas definições institucionais é acompanhada e reportada pela Diretoria de Planejamento e Expansão dos Transportes Metropolitanos, e analisada em conjunto com as outras diretorias. Para tal atribuição, foram adotadas diretrizes reconhecidas internacionalmente para a gestão da sustentabilidade como as definidas pelo Global Reporting Iniciative – GRI e Greenhouse Gas Protocol – GHG. Além disso, definiu uma metodologia própria para avaliação e valoração dos benefícios sociais promovidos pelos investimentos na rede metroviária conhecida como Balanço Social.

Governança para a sustentabilidade

Benchmarking

Em relação às diretrizes definidas pela comunidade técnica nacional e internacional, o Metrô tem atuado e a reafirmado o seu compromisso em desenvolver ações estratégicas para ampliar a participação do transporte público no desenvolvimento sustentável. É membro da União Internacional do Transporte Público – UITP e da Associação Nacional dos Transportes Públicos – ANTP.

Para o desenvolvimento de novas tecnologias e práticas sustentáveis, participa do programa de benchmarking entre metrôs de alta demanda, chamado CoMET. É constituído por metrôs de todas as partes do mundo, como Pequim, Hong Kong, Londres, Cidade do México, Madri, Moscou, Chicago, Berlim, Nova York, Paris, Santiago, Xangai e São Paulo. Os principais objetivos do programa são criar medidas para estabelecer as melhores práticas de gestão e operação de metrô, fornecer informações comparativas, introduzir um sistema de medidas de gestão e priorizar áreas de melhoria.

Junto à comunidade latino-americana, realiza intercâmbio tecnológico com a Associación Latinoamericana de Metros y Subterráneos – Alamys, associação civil internacional, sem fins lucrativos, nas atividades de planejamento, construção, operação, manutenção, financiamento e instalação de equipamentos para sistemas de transporte de passageiros sobre trilhos. Composta por organizações de países latino-americanos (México, Porto Rico, República Dominicana, Panamá, Argentina, Brasil, Colômbia, Equador e Venezuela) e da Península Ibérica (Portugal e Espanha), tem o presidente do Metrô, pela segunda vez, na presidência da associação.

A diretoria da empresa estabelece diretrizes a serem consideradas desde a fase de concepção e projeto até à operação do metrô, permitindo a adequação e eficácia em prover a mobilidade sustentável.

Mudanças Climáticas

Por ser uma empresa ligada ao Governo de São Paulo, segue diretrizes para o setor de transportes e construção civil que visam o desenvolvimento sustentável, como por exemplo, a Política Estadual de Mudanças Climáticas. Participa do Comitê Gestor da Política Estadual de Mudanças Climáticas, como um dos representantes da Secretaria de Transportes Metropolitanos.

Sistemas de Gestão

Com o objetivo de obter a melhoria contínua através de padrões normalizados de excelência, adotou as normas ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001 para a gestão de seus processos. Em 2011, implementou uma política integrada para a qualidade, meio ambiente, segurança e saúde ocupacional.

Por adotar as normas como referência na gestão, possui uma comissão permanente para a avaliação da gestão das práticas e processos.

Código de Ética e Conduta

GRI Perfil

4.6

Os princípios da ética, voltada ao respeito às leis, transparência e interesse público, orientam a conduta profissional da diretoria, empregados, colaboradores do Metrô e diversos públicos de interesse (usuários, acionistas, órgãos de controle/fiscalização, sociedade, dirigentes, empregados e outros). O Metrô possui um Comitê Permanente de Ética e Conduta.

Engajamento

GRI Perfil

4.14 / 4.15 / 4.17

A seleção dos temas de interesse e indicadores foi definida pelos membros do Grupo de Trabalho tendo como base o alinhamento do tema às estratégias da empresa, relevância e urgência, considerando sete grupos de stakeholders: empregados, usuários, comunidade, governo, fornecedores, meio ambiente – reguladores e sindicato (sindicato dos engenheiros e dos metroviários). O segmento da imprensa e mídia, por ser importante canal de interação com esses grupos, na disseminação das ações da empresa e formação de opinião foi incorporado como um dos principais stakeholders.

Metrô Conectado às Rede Sociais

Pesquisas mostram que aproximadamente vinte milhões de brasileiros acessam com certa frequência as redes sociais. Estas têm se tornado uma forma prática e direta de relacionamento com o usuário.

O Metrô de São Paulo, acompanhando o crescimento das mídias sociais e buscando estreitar o diálogo e a interação com seus usuários e com a sociedade, foi uma das primeiras empresas públicas do setor de transportes a atuar ativamente neste segmento.

Desde 2010, está presente nas redes sociais, comunicando, de forma direta e em tempo real, informações sobre a operação do serviço e as condições de cada uma das linhas, para que o usuário tenha a opção de planejar melhor a sua viagem. A divulgação das informações de falhas operacionais pelas redes sociais permite que os usuários optem por outros sistemas de transporte, caso não possam esperar pelo restabelecimento da velocidade normal de circulação.

Redes Sociais Redes Sociais

As redes sociais são também utilizadas como canais de atendimento aos usuários. Dúvidas são respondidas publicamente ou através de mensagens privadas. No caso das reclamações ou assuntos que demandam uma ação posterior ou estudos, o usuário é informado que sua mensagem será levada ao conhecimento da área responsável pelo assunto. Além dessas informações, a empresa tem utilizado essas ferramentas para divulgar notícias, atividades culturais da empresa, dicas de utilização do sistema e curiosidades sobre a operação da rede, expansão e modernização da rede.

Em 2011, era cinco mil o número de amigos que o Metrô tinha no Facebook e mais de quatro mil seguidores na sua fanpage. O Twitter da empresa, criado em 2009, possuía mais de 25 mil seguidores. Assim, os perfis do Metrô nas redes sociais se consolidam como fontes de informação rápida e confiável para os usuários, que não necessitam recorrer apenas aos veículos de imprensa ou a fontes não confiáveis para saber da operação das linhas do sistema.

Por meio do serviço “Direto do Metrô”, criado nos perfis oficiais no Twitter (http://twitter.com/metrosp_oficial) e Facebook (http://www.facebook.com/metrosp), são divulgadas as ocorrências de velocidade reduzida nas Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás, estando disponível na versão para computadores como para celulares (mobile). O serviço também conta com o envio de SMS – Short Message Service sobre anormalidade aos usuários cadastrados.

Também são compartilhadas fotos de estações, trens e eventos através do perfil do Metrô criado no Flickr (http://www.flickr.com/photos/metrosp_oficial), e vídeos no Youtube (http://www.youtube.com/user/MetrospOficial).

Engajamento com a Comunidade

Além de participar formalmente de entidades técnicas para a troca e atualização de conhecimento e práticas, o Metrô tem contribuído para o desenvolvimento de entidades, que atuam no setor, como a Associação de Engenheiros e Arquitetos de Metrô – AEAMESP e de entidades que desenvolvem ação social como a Associação Amigos Metroviários dos Excepcionais – AME, criada com incentivos do Metrô.

Em 2011, esteve formalmente filiado às seguintes associações:

GRI Perfil

4.13

LISTA DE FILIAÇÃO DAS ENTIDADES APROVADAS PARA O EXERCÍCIO EM 2010:

AASP

Associação dos Advogados de São Paulo

ABA

Associação Brasileira dos Anunciantes

ABCP

Associação Brasileira de Cimento Portand

ABEC

Associação Brasileira de Educação Corporativa

ABGE

Associação Brasileira de Geologia de Engenharia

ABMS

Associação Brasileira de Mecânica dos Solos

ABNT

Associação Brasileira de Normas Técnicas

ABO

Associação Brasileira dos Ouvidores

ABPV

Associação Brasileira de Pavimentação

ABRACO

Associação Brasileira de Corrosão

ABRAMAN

Associação Brasileira de Manutenção

ABRAMID

Associação Brasileira de Mídia Indoor

ABRASCE

Associação Brasileiras de Shopping Centers

ABRH

Associação Brasileira de Recursos Humanos

ALAMYS

Associacion Latinoamericana de Metros y Subterráneos

ANPET

Associação Nacional de Pesquisa e Estudo em Transporte

ANTP

Associação Nacional dos Transportes Públicos

APARH

Associação Paulista de Administração de Recursos Humanos

APM

Associação Paulista de Municípios

CBCS

Conselho Brasileiro de Construção Sustentável

CBT

Comitê Brasileiro de Túneis

CNCP

Comitê Nacional de Cerimonial Público

CREA

Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia

IBAPE

Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia

IBI

Instituto Brasileiro de Impermeabilidade

IBRACON

Instituto Brasileiro de Concreto

IBRACON

Instituto dos Auditores Independentes do Brasil

ICON

IC Consultants Ltd.

IE

Instituto de Engenharia

IMAN

Instituto IMAN - Inovações e Melhoramento na Administração Moderna

INMETRO

Instituto de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial

IRSE

Institution Of Railway Signalling Engineers

SUCESU

Sociedade dos Usuários de Informática e Tecnologia de São Paulo

UITP

Union Internationale des Transports Publics

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