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Vá de Metrô!

Neste fim de semana, escolha que tipo de atração mais lhe agrada. Destaque para as exposições no Memorial da América Latina, no Itaú Cultural, no Masp, no Instituto Tomie Ohtake e no Centro de Cultura Judaica. Monte sua programação, Vá de Metrô e divirta-se!


Não faltam na cidade exposições de Candido Portinari (1903-1962), devido principalmente ao fato de o modernista ter legado à posteridade cerca de 5.000 obras.
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FecharEstação Palmeiras-Barra Funda

Poucas montagens, contudo, possuem a importância de Guerra e Paz, em cartaz no Memorial da América Latina. O foco central da mostra está na rara - talvez única - possibilidade de apreciar os dois painéis feitos pelo paulista de Brodowski entre 1952 e 1956. Tratava-se de uma encomenda do governo brasileiro para presentear a Organização das Nações Unidas, em cuja sede nova-iorquina os trabalhos estiveram expostos de forma permanente nas últimas décadas. E mesmo lá os visitantes têm acesso um tanto restrito. Ótima oportunidade, portanto, para o espectador paulistano. Outro bom motivo é o minucioso restauro realizado de fevereiro a maio do ano passado, em ateliê aberto ao público e montado no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro. Como indicam os títulos, extraídos do clássico romance de Tolstói, um dos murais representa a guerra e o outro a paz, e neles Portinari explora a herança cubista sem cair no aspecto apelativo e algo derivativo da série Retirantes. Por causa das dimensões enormes (cada um tem 14 metros de altura por 10 de comprimento), eles ficarão num espaço chamado Salão de Atos. A Galeria Marta Traba, por sua vez, reunirá cerca de 100 estudos preparatórios. Apenas em 2013, depois de passar por Tóquio e Oslo, as peças retornam à ONU. Terça a domingo e feriados, das 9h às 18h. Grátis. Até 21 de abril. A Sala de Atos do Memorial da América Latina fica na Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664, próxima à Estação Palmeiras-Barra Funda. O telefone é 3823-4600.

Neste ano, a tradicional mostra Convite à Viagem, que resulta do programa bienal "Rumos Artes Visuais", do Itaú Cultural, reúne 45 jovens revelações.
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Regina Parra, Thiago Honório, Marcos Brias, Adriano Costa e Luiza Baldan constam na lista do curador Agnaldo Farias. Terça a sexta, das 9h às 20h; sábado, domingo e feriados, das 11h às 20h. Grátis. Até 22 de abril. O Itaú Cultural fica na Avenida Paulista, 149, próximo à Estação Brigadeiro. O telefone é 2168-1776.


Para celebrar 10 anos de atividade, o Instituto Tomie Ohtake retoma uma de suas grandes realizações, a série de mostras "Meio Século de Arte Brasileira".
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Entre 2006 e 2007, quatro montagens divididas em períodos específicos e assinadas por curadores renomados exploraram o melhor da produção nacional dos anos 60 ao início deste século. Agora, Os Dez Primeiros Anos apresenta obras de 50 dos principais artistas revelados a partir de 2001, em um conjunto impecável e raramente reunido. Todos os suportes foram contemplados, da instalação ao vídeo. Vários jovens talentos da pintura são representados, caso de Marina Rheingantz, Bruno Dunley, Eduardo Berliner, Rodrigo Bivar, Lucia Laguna e outros. Sobressai o óleo Poça, de Ana Elisa Egreja, em diálogo direto com a fotografia. Não há, contudo, divisões temáticas restritivas, ou seja, os diferentes materiais aparecem de forma misturada. Dos nomes que vão além dos pincéis, estão lá, por exemplo, Marcius Galan, Felipe Cohen e Marilá Dardot. Terça a domingo e feriados, das 11h às 20h. Grátis. Até 11 de março. O Instituto Tomie Ohtake fica na Rua Coropés, 88, próximo à Estação Faria Lima. O telefone é 2245-1900.

Com curadoria de Guido Clemente, professor da Universidade de Florença, a mostra reúne 370 relíquias que nunca saíram da Itália provenientes de instituições importantes, entre elas a célebre Galeria Uffizi, de Florença, e o Museu Nacional Romano.
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FecharEstação Trianon-Masp

Há na seleção joias, mosaicos, esculturas, vestimentas e outros objetos que desvendam a trajetória do império surgido um século antes de Cristo. Dividida em quatro núcleos, a mostra aborda desde o impacto de líderes poderosos, a exemplo de Augusto, Nero e César, até as peculiaridades do dia a dia dos moradores, seus métodos de trabalho e hábitos religiosos. Sobressaem as estátuas de deuses como Fortuna, Júpiter, Marte e Vênus, embora anônimos também apareçam retratados. Foram trazidas três paredes com afrescos de Pompeia. E não ficaram de fora peças de uso diário. Elas surpreendem pela atualidade da forma: são anéis, talheres, pinças, lanternas, bisturis e um anzol de pesca. Terça, quarta, sexta a domingo e feriados, das 11h às 18h; quinta, das 11h às 20h. R$ 15,00. A bilheteria fecha uma hora antes. Grátis às terças para todos os visitantes. Nos demais dias, grátis apenas para menores de 10 anos, pessoas com mais de 60 e grupos de estudantes de escolas públicas agendados. Até 22 de abril. O Masp fica na Avenida Paulista, 1578, próximo à Estação Trianon-Masp. O telefone é 3251-5644.


Entre as décadas de 30 e 60 do século passado, São Paulo viu sua população aumentar de 580.000 para cerca de 4 milhões de pessoas.
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A mostra O Espaço e o Estrangeiro na Cidade de São Paulo, composta de fotos, projetos e painéis explicativos, investiga como os estrangeiros atuaram nesse processo. Destaque para os grandes arquitetos, a exemplo da italiana Lina Bo Bardi, autora do projeto da sede do Masp, do ucraniano Gregori Warchavchik, responsável pela polêmica Casa Modernista, na Vila Mariana, além do polonês Lucjan Korngold, autor de um belo centro comercial no Bom Retiro. Bem organizada pela curadora Anat Falbel, a exposição reúne também gravuras assinadas pelo lituano Lasar Segall, aquarelas da romena Yolanda Mohalyi e fotografias dos alemães Peter Scheier e Hans Gunter Flieg. Sexta e sábado, das 12h às 20h; domingo, das 11h às 19h. Grátis. Domingo (12) é o último dia. No Centro de Cultura Judaica, que fica na Rua Oscar Freire, 2500, próximo à Estação Santuário Nossa Senhora de Fátima-Sumaré. O telefone é 3065-4333.

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