SUSTENTABILIDADE

USUÁRIO DO METRÔ EMITE MENOS CARBONO QUE AO ANDAR DE AUTOMÓVEL

A cada quilômetro que se anda de metrô, é emitido o equivalente a 6 gramas de gás carbônico (CO2e). Se o percurso fosse feito por ônibus em São Paulo seria emitido 14 vezes mais e por carro a gasolina 20 vezes mais, em média.

Gráfico Emissão por Passageiro
Emissão de GEE comparativa de diversos modos – 2008 a 2014 (gCO2e por pkm)
*Fonte: Custos de Energia, Fontes Renováveis e Emissões de CO2e. NOVA, 2008.


Assim, o Metrô de São Paulo é um sistema de transporte estratégico para cenários de desenvolvimento de baixo carbono por ser movido à energia elétrica, o que reforça a importância dos investimentos na ampliação da rede metroviária.


Além de benefícios como redução do tempo médio de viagem, a existência da rede operada pelo Metrô de São Paulo proporciona a redução da emissão de poluentes e do consumo de combustíveis. Isto ocorre principalmente com a transferência de usuários de outros modos de transporte movidos a combustíveis fósseis para o metrô.

Em 2014, esses benefícios em termos de emissões de gases de feito estufa significaram um balanço líquido de 819 mil toneladas de CO2e evitadas, considerando as emissões evitadas com a existência da rede metroviária operada pelo Metrô/SP e as emissões geradas em decorrência do consumo de energia elétrica para tração dos trens.

Tabela 2 Emissão CO<sub>2</sub>e

Isso significa que para cada tonelada em CO2e gerada em função da operação do Metrô de São Paulo é evitada a emissão de aproximadamente 15 tCO2e — um benefício de 1500%. O benefício, medido anualmente, mostra que a utilização do metrô é uma alternativa de transportes estratégica para a mobilidade urbana sustentável.


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