SUSTENTABILIDADE
USUÁRIO DO METRÔ EMITE 50 VEZES MENOS CARBONO QUE AO ANDAR DE AUTOMÓVEL
Na promoção de um cenário de baixo carbono, o Metrô traz uma contribuição significativa em comparação a outros modos de transporte. O Metrô emite aproximadamente 50 vezes menos gases de efeito estufa por passageiro quilômetro (pkm) que os automóveis e quase 25 vezes menos que a emissão gerada pelo ônibus em São Paulo. Isto significa a emissão de 2 gramas em CO2 equivalente (gCO2e) gerada indiretamente pela operação dos trens do Metrô de São Paulo para transportar 1 passageiro pela distância de 1 km.
Por ser um sistema de transporte dotado de tecnologia mais limpa, o Metrô permite a substituição de outros modos de transporte movidos a combustíveis fósseis, contribuindo de maneira expressiva para a redução das emissões, dos congestionamentos de trânsito e para a redução do tempo médio gasto nos deslocamentos urbanos.
Efetuando-se um balanço das emissões evitadas pela operação do Metrô, decorrentes da substituição de modos de transporte movidos a combustíveis fósseis, com as emissões geradas pelo consumo de energia elétrica para tração dos trens obtém-se um saldo líquido de 777 mil tCO2e de emissões evitadas em 2011.
Esse resultado mostra que a elevada utilização do Metrô de São Paulo e a influência da matriz energética brasileira, de fonte predominantemente hidráulica, trazem um benefício de mais de 6000%, ou seja, para cada tonelada em CO2e emitida em função do consumo de energia para a operação do Metrô, é evitada a emissão de 61 tCO2e com a transferência do passageiro do automóvel e do ônibus para o metrô.
Metrô apresenta menor emissão GEE em relação a outros modais: amplia ganhos socioambientais, e traz retorno com a diminuição das externalidades geradas por transportes.
Metrô é sistema de transporte estratégico para cenários de desenvolvimento de baixo carbono o que reforça razões para investimentos na ampliação da rede metroviária.
O Metrô enquanto atividade econômica também contribui para um cenário de economia verde. A cada R$1.000,00 gerados pelo Metrô, em 2011, a intensidade de emissão foi de 0,02 tCO2e, considerando a receita líquida e as emissões totais da Cia.
Comparado ao Estado de São Paulo, cujas emissões são de 0,14 tCO2e para cada R$1000,00, é possível constatar que a intensidade de emissões do Metrô corresponde a um valor quase 7 vezes inferior. Já em relação ao Brasil, que emitiu 0,72 tCO2e para cada R$1.000,00, a intensidade calculada para o Metrô foi 36 vezes inferior à estimada para o país.
Fontes: Relatório da Administração 2011 e Inventário de Emissões de GEE 2011, Metrô SP.
Fontes: Relatório da Administração 2011 e Inventário de Emissões de GEE 2011, Metrô SP.













