INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE - ENERGIA E EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA

Em 2015, as emissões de gases de efeito estufa-GEE geradas em decorrência das atividades relacionadas a operação, manutenção das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás e 15-Prata e, para a realização das atividades administrativas da companhia totalizaram 78 mil tCO2e (medida que representa a equivalência do potencial de aquecimento global dos gases de efeito estufa).

Este resultado é fortemente influenciado pelas emissões devido ao consumo de energia elétrica que representa 90% do total de emissões do Metrô.


Energia Elétrica: Principal Fonte de Emissões de GEE do Metrô

O sistema de transporte e a realização das atividades da companhia demandam um consumo anual de mais de 500 gigawatts-hora, sendo 90% só para a operação da rede metroviária.

De 2008 a 2015, o aumento anual foi em média de 2,2%. A variação no consumo tem ocorrido em razão da inauguração de novas estações e do aumento da oferta de transporte e em função de atividades nos canteiros de obras.


Emissões de GEE por passageiro/km: utilizar metrô emite menos carbono que ao usar automóvel

Emissões de GEE por passageiro

O metrô, movido à energia elétrica, em comparação com outros modais movidos a combustível fóssil, apresenta menor emissão de gases de efeito estufa por passagei-ro-quilômetro.

A cada quilômetro que se viaja de metrô, é emitido em média o equivalente a 7 gramas de gás carbônico (CO2e). Se o percurso fosse feito por ônibus em São Paulo seria emitido 13 vezes mais e por carro a gasolina 17 vezes mais, em média.

Emissões de GEE por passageiro <

Emissões de gases de efeito estufa por pkm – metrô, ônibus e automóvel (gCO2e por pkm)
*Fontes: Custos de Energia, Fontes Renováveis e Emissões de CO2e. NOVA, 2008.
Inventário de emissões veiculares do Estado de São Paulo, CETESB, 2015


Balanço Líquido de Gases de Efeito Estufa-GEE

Balanço Líquido de Gases de Efeito Estufa-GEE

As viagens de metrô contribuem para que sejam evitadas as emissões de carbono entre outros benefícios, porque parte dessas viagens seria realizada por outros modos caso a rede metroviária não existisse.

As emissões evitadas pela rede metroviária operada pelo Metrô de São Paulo são calculadas considerando os ganhos obtidos com a transferência de usuários de automóveis e ônibus para o sistema e o efeito disso na redução de viagens e na circulação de veículos nas ruas, com menor congestionamento do trânsito e menor consumo de combustível.

Com a operação da rede pelo Metrô de São Paulo foram evitadas 900 mil toneladas em CO2e de emissões em 2015. Este benefício é calculado com base nos impactos que seriam causados com a transferência de usuários para outros modais como ôni-bus e automóveis e o congestionamento provocado com o aumento de veículos nas ruas.

Por outro lado, foram geradas 70 mil toneladas em CO2e em decorrência do consumo de energia elétrica (tração, manutenção, estações, centros de controle operacional e subestações) para a operação da rede. Assim, considerando a emissão evitada com a existência da rede e a emissão gerada para a operação da rede é obtido um balanço líquido de 830 mil tCO2e de emissões evitadas.

Balanço Líquido de emissões de GEE

Balanço Líquido das Emissões de GEE - Metrô de São Paulo 2015 E (mil tCO2e)
Emissões de GEE evitadas (com a existência da rede do Metrô SP) 900
Emissões de GEE geradas para a operação (em decorrência do consumo de energia elétrica) 70
Emissões de GEE Evitadas líquidas 830

Fontes: *Balanço Social do Relatório da Administração 2015.
** Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa 2015.


Isso significa que para cada tonelada em CO2e gerada em função da operação do Metrô de São Paulo é evitada a emissão de aproximadamente 13 tCO2e — um benefício de 1.300%.

O benefício, medido anualmente, mostra que a utilização do metrô é uma alternativa de transportes estratégica para a mobilidade urbana sustentável.

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