PROGRAMAÇÃO DA LINHA DA CULTURA

MULHERES E SEUS INFINITOS

MULHERES E SEUS INFINITOS
ESTAÇÃO JARDIM SÃO PAULO – 10 a 30

A artista plástica Carol Mota desenvolve em diversos materiais obras de arte que nos despertam para a pluralidade da mulher.
A exposição “Mulheres e seus Infinitos” é um registro da delicadeza da mulher e a força que ela carrega interiormente, de forma sutil e totalmente artística.
Essa mostra é uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher.

Artista: Carol Mota
Curadoria: Rose de Paulo - rosedepaulo@gmail.com
Apoio: Versão Cultural
Realização: RPN Produção e Eventos


Legenda: Exposições Apresentação Parceria com Museus Vitrines

BELEZAS DA HUNGRIA

A mostra traz um país de beleza fascinante, situado no centro da Europa, cujas paisagens e monumentos oferecem excelentes opções para passeios. Sua capital, Budapeste, está entre as mais visitadas do continente europeu.
A herança histórica de Budapeste chama a atenção de todos os turistas: os prédios suntuosos, um dos parlamentos mais impressionantes do mundo, a maior sinagoga da Europa e o Bairro do Castelo Medieval de Buda guardam histórias lendárias. Os banhos medicinais, mundialmente conhecidos, funcionam há centenas de anos. Seus edíficios, construídos nos tempos do domínio turco, na época neo-renascentista ou de art nouveau, permitem aos visitantes vivenciar mundos há muito extintos.
A terra húngara nos presenteia também com vinhos de primeiríssima qualidade, como o famoso Aszú de Tokaj, apreciado desde a idade média nos ambientes mais refinados do planeta. Também vale a pena degustar os vinhos da região do Lago Balaton, onde se mantém a tradição de cultivo desde o Império Romano.
A Hungria oferece atrativos para todas as idades: festivais artísticos, alta-gastronomia e vida noturna efervescente, responsáveis pelo impulso jovial do país.

Patrocínio: Agência de Turismo da Hungria
Apoio: Consulado-Geral da Hungria em São Paulo


A PÉ TAMBÉM É TRANSPORTE

O Instituto Corrida Amiga, por meio da exposição "A Pé também é Transporte", busca divulgar e fomentar este fantástico e mais inclusivo meio de transporte: nossos próprios pés.
Dados da mais recente pesquisa origem-destino do Metrô - SP atestam que 33% dos deslocamentos diários são feitos exclusivamente a pé na região metropolitana de São Paulo. Considerando o modo a pé junto ao transporte público coletivo, tornam essa cifra ainda mais representativa, pois supera os 60%.
Os textos de autoria do instituto, ilustrados pelas imagens do fotógrafo Hugo Peroni, apresentam um olhar contundente e artístico sobre a cidade de São Paulo e seus caminhantes. A exposição ressalta esse universo do transporte ativo a fim de quebrar paradigmas e mitos, além de destacar a potência em mover-se a pé e principalmente enaltecer todas suas qualidades e benefícios, desde a melhoria na qualidade de vida com a inserção de atividade física em nossas rotinas até a possibilidade de, ao deixarmos os carros em casa, economizarmos dinheiro, otimizarmos tempo, reduzirmos as emissões de gases poluentes e, consequentemente, melhorarmos a qualidade do ar. “Ir a pé faz bem para a cidade, faz bem para as pessoas!”
O material também contempla a multimodalidade, a utilização de dois ou mais meios de transporte nos deslocamentos das pessoas, com ênfase no transporte público coletivo, no qual a caminhada se combina com metrô, ônibus ou trem.
Sendo assim, a exposição mostra a importância vital do modo a pé nesta metrópole e, portanto, a necessidade de valorizá-lo e afirmar sempre que: “A Pé Também é Transporte!”.

Patrocínio: Instituto Clima e Sociedade – ICS
Realização: Instituto Corrida Amiga - www.corridaamiga.com.br


VISÕES DE PARATY

A exposição fotográfica mostra facetas e detalhes da histórica cidade de Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro que completou, em 2017, seus 350 anos de emancipação.
Durante todo o período colonial, foi o mais importante porto exportador de ouro do Brasil.
Após este período, sua população diminuiu e a cidade pôde ficar “congelada” no tempo, com suas construções coloniais inteiramente preservadas. E é isso que se vê em seu Centro Histórico, uma cidade inteira onde não se permite o acesso de veículos motorizados e nos faz sentir viajantes do tempo.

Fotógrafo: Eduardo Murgel - www.eduardomurgelfotografia.com.br
Apoio: Estúdio Rogério Bucci
Patrocínio: Villas de Paraty / Caborê


DESESPIRAIS

A exposição “Desespirais” é composta por mandalas e painéis coloridos criados a partir de resíduos industriais, por meio de tecnologias artesanais desenvolvidas pela artista e designer Carla Tennenbaum ao longo dos últimos 18 anos. As obras se espiralam e desespiralam em formas hipnotizantes, podendo ser montadas, desmontadas e transformadas inúmeras vezes a partir dos mesmos materiais.
As mandalas desta exposição são realizadas a partir de E.V.A. e espuma de poliuretano, materiais não-recicláveis cujos resíduos são comumente encaminhados a aterros sanitários. Essa é a lógica linear dos nossos processos produtivos, que extraem recursos preciosos para serem usados brevemente e descartados. As “Desespirais” apontam para um novo paradigma, em que produtos são gerados desde o princípio pensando nos ciclos futuros de desmontagem e reuso.
Este é o princípio central da proposta de uma Economia Circular, que mantém os materiais em circulação no máximo do seu valor, percebidos como nutrientes técnicos ou biológicos. Neste caso, materiais lineares são transformados em nutrientes artísticos, enchendo nossos olhos de cor e movimento.
Segundo a artista, ”isto não é lixo. Isto é cor. O lixo é um erro de design!”.
Saiba mais em: www.ideiacircular.com e www.desespirais.com .

Patrocínio: RTE Rodonaves
Realização: Governo do Estado de São Paulo / Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo / ProacSP – Incentivo à Cultura do Estado de São Paulo / Carla Tennenbaum – www.caobaum.com


ORIENTE-SE

A Exposição “Oriente–se” é resultado de uma viagem de três meses pela Ásia, percorrendo, boa parte de bicicleta, o Vietnã, o Laos, a Tailândia e o Camboja. Uma real oportunidade de revisitar as certezas da cultura ocidental, seus conceitos e filosofias essenciais, e colocá-las a prova onde não fazem nenhum sentido. Um delicioso e bem vindo confronto.
Apertada entre as influências grandiosas da China e da Índia, a Indochina é uma mistura exuberante de Hinduísmo e Confucionismo, de Monarquia e Comunismo, marcada por guerras constantes e absurdas. Dezenas de minorias étnicas se espalham pelas montanhas e matas da região, com suas próprias cores e texturas. Do brilho da seda tecida no quintal à fumaça ardida e ocre do ópio que sai dos cenográficos cachimbos de metal.
Tudo tão forte e improvável que parece impossível de ser registrado e apreendido. Ainda mais pelo olho transbordado de ocidente. Em uma tentativa quase alucinada de registrar o que não podia ser, foram mais de cinco mil fotos. As imagens que compõem essa mostra não pretendem, nem de longe, dar conta do tanto. Apenas um cheiro, um pequeno carinho, neste universo deslumbrante e tão maior do que as molduras.

Fotógrafos: Ernesto Stock / Andreza Teixeira – oratoriofilmes@gmail.com
Apoio: Fotoacabamento Amplicolor
Realização: Bem Vindas Pedras do Caminho / Atelier do Olhar


ÁGUAS BRASILEIRAS

A exposição "Águas Brasileiras" aborda a questão urgente do suprimento deste recurso vital. Até 2030, quase metade da população global poderá sofrer com a falta de abastecimento de água potável, segundo a Organização das Nações Unidas. A demanda por H2O neste mesmo ano será maior do que a oferta, de acordo com as previsões. Sem água potável não há produção, nem vida sequer. Até lá, alguma coisa precisa mudar.
A melhor maneira de garantir o suprimento de água potável será certamente um dos grandes temas do século 21.
O Brasil vai figurar nesta discussão, e com destaque. Em termos de água o nosso país é uma potência. Detém 12% de toda a água doce do planeta. O desafio será garantir a qualidade, distribuição e seu uso sustentável. Como tirar proveito deste recurso natural da maneira mais eficiente é a questão central que o livro e a exposição trazem ao público.
O percurso pelas imagens possibilita novos conhecimentos e reflexões frente ao potencial para o país do gerenciamento eficiente de água. Por meio de belíssimas fotografias, nos aproximamos do assunto em questão - Águas brasileiras. Como reduzir as perdas de água? Como evitar a poluição? Como garantir a chuva?

Patrocíno: Grupo BAUMINAS
Apoio: Rede Brasil do Pacto Global da ONU / Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD)
Realização: Produtora Brasileira / Editora Brasileira – www.editorabrasileira.com.br


A CIDADE, A DANÇA, AS MULHERES

A mostra é composta de fotografias que integram parte da programação do 11º Festival Visões Urbanas, com imagens registradas ao longo de sua história. Destaque para o protagonismo feminino e sua relação com a arquitetura da cidade, acrescentado ao seu diálogo a dança contemporânea.

Realização: Governo do Estado de São Paulo / Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo / ProacSP - Incentivo à Cultura do Estado de São Paulo / Cooperativa Paulista de Teatro www.visoesurbanas.com.br


CIRCO DOS SONHOS

A exposição fotográfica mostra cenas de espetáculos, de personagens, das lonas do “Circo dos Sonhos”, trazendo uma companhia circense genuinamente paulista que há mais de dez anos produz espetáculos de circo sempre com uma temática diferente, mesclando circo com música, dança e teatro.

Artista: Circo dos Sonhos - www.circodossonhos.com


ACERVO AVENTUREBOX: VIDA EM MOVIMENTO

A exposição "Acervo AventureBox: Vida em Movimento" retrata o estilo de vida dos praticantes de atividades de aventura na natureza, por meio das lentes dos membros da plataforma colaborativa AventureBox.
Com a curadoria de Fabio Fliess, a mostra reúne fotografias das principais atividades compartilhadas na plataforma: Trekking, Montanhismo, Escalada, Bike, Mergulho e Paraquedismo.
O acervo apresenta ao público a cultura outdoor, que se fundamenta na paixão pela natureza e aventura, com valores ligados a expansão da zona de conforto, saúde física e mental, companheirismo e sustentabilidade.
Destaca-se na mostra o Mínimo Impacto Manifesto que apresenta os valores cultivados pelo AventureBox pela conscientização em respeito à natureza, às pessoas e à vida.
O Brasil, com sua vasta riqueza natural é reconhecido como potencial destino mundial para prática de atividades de aventura em seus diversos ambientes.
Este acervo tem como objetivo inspirar a prática consciente de atividades na natureza, convidando os praticantes a vivenciar um contato mais profundo com o todo e consigo mesmo.

Patrocínio: Deuter, Sea To Summit e SPOT
> Apoio: World Adventure Society e Outward Bound Brasil
Realização: AventureBox - www.aventurebox.com


REFLEXIVO

O artista plástico Clóvis Camargo desenvolve uma série de pinturas a óleo, onde os trabalhos possuem um questionamento que explodem diante de nossos olhos. Ele procura colocar o espectador em confronto com sua própria solidão e pensamentos internos. Tem a intenção ou interesse de fazer com que as pessoas mergulhem dentro de si, que pesquisem suas vidas. Um momento para reflexão.

Artista: Clóvis Camargo - clovis.cmrg@yahoo.com


VITRINE DE IKEBANA

A vitrine, instalada desde 1/12/1993, expõe arranjos de Ikebana produzidos pela Associação de Ikebana do Brasil, que são trocados semanalmente (terça-feira) para acompanhar a durabilidade das plantas.

Realização: Metrô de São Paulo / Associação de Ikebana do Brasil www.ikebana.org.br


110 ANOS DA IMIGRAÇÃO JAPONESA

Do sonho à realidade... a narrativa histórica da Imigração Japonesa em uma exposição orgânica, colaborativa e fluída, associando a ideia cronológica à apresentação artística do Origami. Criada e realizada por colaboradores voluntários que moldaram delicadamente cada peça de forma que a individualidade é transportada para o coletivo.
É uma expressão da influência positiva entre as culturas japonesa e brasileira.

Realização: ACESA - Associação Cultural Esportiva de Santana


VITRINE DE FIGURINOS DE ÓPERAS

Figurino assinado por Fabio Namatame para a Ópera Don Giovanni, utilizado por Luciana Bueno, no papel de Donna Elvira. Sob a Regência e direção musical de Cláudio Cruz e direção cênica de Mauro Wrona, a montagem estreou no dia 28 de outubro de 2017, no Theatro São Pedro. Completaram o elenco Leonardo Neiva (Don Giovanni), Rosana Lamosa (Donna Anna), Saulo Javan (Leporello), Luciana Bueno (Donna Elvira), Caio Duran (Don Ottavio), Carla Cottini (Zerlina), Gustavo Lassen (Masetto) e Anderson Barbosa (Comendador).

Apoio: Metrô de São Paulo
Parceria: Theatro São Pedro
Realização: Santa Marcelina – Organização Social de Cultura / EMESP Tom Jobim / Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo


URUBÚ KA'APOR: ADORNOS INDÍGENAS COMO OS USADOS NA ÉPOCA DA FUNDAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO

A exposição traz a beleza da arte plumária indígena encanta a todos que à ela tem acesso. A combinação harmoniosa das cores e o incrível trabalho de ajuste das penas fazem jus à denominação de ARTE plumária. Além da beleza, há que se falar dos significados que têm os adornos. Entre os Wayana a procriação é comparada à técnica da arte plumária. Para eles, as crianças são “feitas” por meio da justaposição de partículas que “tecem” a pele do bebê da mesma forma que uma pena é enfileirada à outra na confecção de um adorno; também acreditam que as coisas e pessoas são parte de quem as criou.
Desta forma, a arte plumária é vista como uma extensão do próprio corpo de quem a usa. Já entre os Palikur, as penas caudais e das asas da arara-canga são consideradas como possuidoras de grande poder e são largamente utilizadas em inúmeros objetos a fim de afugentar influências malignas. Os Urubú-Ka’apor, confeccionam um grande cocar de penas amarelas, cujo protótipo lhes teria sido dado pelo herói-criador Maíra como um símbolo do Sol, sendo usado nas festas de nominação masculina. Os Tapirapé criam uma máscara de madeira revestida de penas de arara e gavião, representando o espírito do inimigo morto em combate, usada nas festas que o homenageiam. O magnífico cocar Kroco ti, dos Kayapós, simboliza a própria aldeia.
As penas azuis, colocadas no centro, representam a praça, que é o local masculino e público por excelência, enquanto que as penas vermelhas, periféricas, representam o mundo feminino e doméstico. Como acabamento, são colocadas penugens brancas, que representam a floresta.
A mostra conta com a colaboração do Museu Índia Vanuíre, da cidade de Tupã-SP, e o nome escolhido, ainda que de uma etnia do norte do país, homenageia uma das nações indígenas cuja arte plumária é das mais belas.

Curadoria: Beatriz Cruz
Realização: Governo do Estado de São Paulo / Secretaria da Cultura / Secretaria dos Transportes Metropolitanos / Metrô de São Paulo / Museu de Arte Sacra de São Paulo


ARTE DEGENERADA

O Museu Lasar Segall, em parceria com o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, apresenta a sua atual exposição que tem como objetivo resgatar a história da perseguição à arte moderna empreendida pelos nazistas na Alemanha e suas repercussões no Brasil. A exposição apresenta 25 obras de Lasar Segall que fizeram parte de coleções de museus públicos alemães e foram confiscadas e rotuladas como “arte degenerada” quando os nazistas assumiram o poder em 1933. Nesta classificação estavam incluídas obras de vanguarda e modernas produzidas por artistas considerados injustamente como doentios ou perigosos em função de seus ideais estéticos, suas convicções políticas ou de suas crenças religiosas. No Brasil, a política cultural nazista provocou repercussões, tanto favoráveis quanto contrárias. Ocorreram casos de violência e perseguição aos artistas modernos, principalmente em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. Por outro lado, registraram-se inúmeras manifestações contra o fascismo, o nazismo e o integralismo em todo o país no início da década de 1940. Muitos grupos sociais exerceram resistência contra a censura nas artes e posicionaram-se a favor da liberdade de expressão, manifestando-se por meio de passeatas, comícios e exposições.

Realização: >Museu Lasar Segall / Metrô de São Paulo


MASP no Metrô

Em 2017, o programa MASP no Metrô passou a ocupar as vitrines da Estação Trianon-MASP. De lá pra cá, foram expostas reproduções ou trechos de trabalhos presentes nas exposições abrigadas pelo museu.
Este ano a programação do museu será dedicada a apresentação de diversas narrativas afro-diaspóricas nas Américas, assim como visam a expansão da representação de artistas africanos e afro-descendentes em suas exposições.
Este mês a vitrine destaca duas imagens relacionadas ao contexto da exposição Maria Auxiliadora: vida cotidiana, pintura e resistência, que possuem importância simbólica bastante valiosa aos temas que serão tratados este ano pelo museu.

Realização: MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand / Metrô de São Paulo


TARJA PRETA

A exposição “Tarja Preta” conta com fotografias inéditas do acervo do Museu e novas imagens produzidas especialmente para a mostra. São personalidades icônicas como Walério Araújo, Luana Hansen, Laerte, Jean Claude Bernadet e outros mais. “Tarja Preta” tem curadoria de Diógenes Moura e textos do escritor e dramaturgo Antônio Bivar.
A mostra individual é da fotógrafa Vania Toledo, importante retratista em atividade desde os anos 70.

Imagens: Vania Toledo - vania.toledo@hotmail.com
Curadoria: Diógenes Moura
Projeto Gráfico: Cláudio Filus


Mostras Fixas
O METRÔ E SEUS BAIRROS - IPIRANGA: O BAIRRO DO GRITO! Estação Alto do Ipiranga Apoio: Adhemir Fogassa Maquetes
Realização: Metrô de São Paulo
O METRÔ E SEUS BAIRROS - SANTO AMARO Estação Largo Treze Realização: Metrô de São Paulo